2.12.06

finalmente terminei:



Eficiência


Mesmo nas costas fingir não setir o peso
Apenas se deixar acreditar
Nos valores de quem extende a mão apenas
Para ter do que se orgulhar...

Mas se a sinceridade perde todo o seu avalor
Quando põe-se em jogo o futuro (algum futuro)
Então abro mão ... dos ganhos, dos medos, do chão.


E eu abri os olhos para um mundo sem pudor
De me mostrar suas garras afinal quem melhor
Para medir quem eu sou do que estes braços vis?
Eu já nem espero algo mais sincero.


Como eu poderia provar algo para o mundo se
nem sei se sou tão diferente de 7 anos atrás?!

Por trás de toda essa pressa eu já nem ligo mais.
Cobra essa eficiência para quem? Para mim?!


E eu abri os braços para um mundo tão sutil
Em que absorvo o gosto amargo dessa coerência
Para poder me transformar a meu próprio favor.
E que seus modos tragam algo melhor pois eu...


Já não espero nada daqui.

5 Comments:

Anonymous Fox said...

lol
ta foda mulek
como ja te disse ta 3 tapas na cara e apontando o dedo na cara e falando a verdade

21:05  
Anonymous a.jeveaux said...

"E eu abri os braços para um mundo tão sutil
Em que absorvo o gosto amargo dessa coerência"

adorei esses versos.



mudei de fotolog, ernesto!
e tenho um blog agora, também, resolvi me re-render aos encantos da internet.

10:46  
Anonymous Joana said...

foda foda foda.

20:19  
Anonymous Seu Lima said...

é o soldado, agora, da literatura!

22:49  
Anonymous leurdo said...

eu tambem ja naum esperava nada nesta porra!
HAHAUhahaHHAHA
to zuando ernesto
abraço

11:28  

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